Extinção do Dodô a 315 anos


 

A única cabeça preservada do dodô, uma das aves mais emblemáticas da história da extinção, encontra-se no Museu de História Natural de Londres, sendo uma das relíquias mais significativas da história natural.

Esse fragmento raro oferece uma janela para a biodiversidade que outrora habitava a ilha Maurícia, no Oceano Índico, local exclusivo do dodô.

O dodô, descoberto pelos europeus em 1598, era uma ave incapaz de voar, com cerca de um metro de altura e peso variando entre 10 e 17 quilos.

Sua extinção, no final do século XVII, foi resultado de fatores como caça predatória e a introdução de espécies invasoras, como ratos e porcos, que dizimaram seus ninhos e ovos.

Essas pressões, somadas à destruição de seu habitat, culminaram na extinção de uma espécie que havia evoluído isoladamente por milhares de anos.

A preservação dessa cabeça é crucial para estudos sobre a morfologia e evolução da espécie, além de servir como um poderoso símbolo do impacto humano nos ecossistemas.

O dodô tornou-se um ícone universal da extinção, representando o custo da intervenção humana irresponsável na natureza e reforçando a necessidade de esforços de conservação para evitar que outras espécies compartilhem seu destino.

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